ter, 21 julho 2026

Crítica | Marsupilami: Confusão a Bordo 

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Quem viveu os anos 90 deve se lembrar do personagem Marsupilami. Sua primeira aparição ocorreu nas revistas de Spirou e Fantásio, mas o sucesso levou ele a ganha a sua própria série de quadrinhos e adaptações animadas que eram febre em canais como SBT. A criatura fictícia foi criada pelo belga André Franquin em 1952 e agora ganha os cinemas com o filme Marsupilami: Confusão a Bordo.

No filme, vemos que para salvar seu emprego no zoológico, David concorda com um plano arriscado: ele deve trazer de volta um pacote misterioso da América do Sul. Ele acaba em um navio de cruzeiro com sua ex, seu filho e seu desajeitado e distraído colega Stéphane, que David usa para transportar secretamente o pacote para ele. Tudo dá errado quando Stéphane acidentalmente abre o pacote e liberta um adorável bebê Marsupilami. Esta criatura rara e valiosa rapidamente transforma a viagem em um caos completo. Em meio à aventura maluca, David e sua família redescobrem a força de seus laços familiares.

A direção de Philippe Lacheau (Super Quem?), que assina o roteiro com Pierre Dudan, Julien Arruti (Alibi.com) e Pierre Lacheau (Babá fora de Controle – Missão Brasil), remete a trabalhos feitos para TV. O diretor faz o simples: dá espaço para que ele e seu elenco se divirtam em cena com as mais diferentes situações boladas pelo roteiro. O que dá um ar de que estamos vendo esquetes que se combinam periodicamente. As esquetes são divertidas e tem piadas para todos os gostos. Quando digo isso, falo sério. Existem piadas levas e bobas, outras envolvendo humor físico, sacadas ácidas e até piadas mais pesadas sobre divórcio e pelo pubianos. O roteiro liga a sua metralhadora de piadas e algumas acertam em cheio o alvo, enquanto outras só devem constranger. As melhores são as que fazem referência a clássicos do cinemas como Titanic e E.T. O Extraterrestre.

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Quando o Marsupilami surge em cena a trama começa a desenvolver melhor algumas mensagens para a criançada sobre amizade e laços familiares. A criatura é um boneco animatrônico, com um design peculiar, tão expressiva que é impossível não se cativar com ela. Nas cenas de ação a produção usa alguns efeitos em CGI que são bons e surpreendem. O personagem título acaba sendo um coadjuvante na história, mas a história abre portas para uma possível sequência, que pode dar mais destaque ao personagem título.

Marsupilami: Confusão a Bordo é uma produção simples e muito engraçada, sendo uma grata surpresa! Assista de mente aberta e se divirta sem pudor com essa comédia francesa que reapresenta o clássico personagem ao público dos anos 2000.

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Destaque

Hiccaro Rodrigues
Hiccaro Rodrigueshttps://estacaonerd.com
Eu ia falar um monte de coisa aqui sobre mim, mas melhor não pois eu gosto de mistérios. Contato: [email protected]
Quem viveu os anos 90 deve se lembrar do personagem Marsupilami. Sua primeira aparição ocorreu nas revistas de Spirou e Fantásio, mas o sucesso levou ele a ganha a sua própria série de quadrinhos e adaptações animadas que eram febre em canais como SBT. ...Crítica | Marsupilami: Confusão a Bordo