Cenas de ação de tirar o fôlego e um tempero dramático emocional é o que promete TRÊS HORAS PARA VIVER (“Runner”), novo lançamento da Diamond Films que agora chega aos cinemas em 29 de outubro. Além da trama que prende a atenção, o grande diferencial da ação no filme está por trás das câmeras: o diretor Scott Waugh (“Os Mercenários 4”) tem uma longa carreira no gênero, tendo começado seu trabalho como dublê.
O longa acompanha a história de um transportador de elite (Alan Ritchson, “Reacher”) que é contratado para acompanhar o Dr. Ben Bishop (Owen Wilson, “Marley & Eu”) no transporte de um órgão vital até o hospital e, assim, salvar a vida de uma garotinha. O que a dupla não imaginava é que a entrega está prestes a se tornar uma perseguição perigosa. Isso porque a operação conquistou a atenção de Damián Zaldívar (Rodrigo Santoro, “O Filho de Mil Homens”), líder de uma organização criminosa que tem seus próprios motivos para querer o órgão. Agora, os homens estão em uma corrida contra o tempo para salvar não só a paciente, mas as próprias vidas.
Por trás das câmeras, o comando da história está nas mãos de um homem que entende bastante de filmes de ação: o diretor Scott Waugh, que começou sua carreira no final dos anos 1980 como dublê em Hollywood. Desde então, soma mais de quarenta créditos realizando cenas arriscadas, incluindo os sucessos “Homem-Aranha” (2002), “Sr. e Sra. Smith” (2005), “Bad Boys II” (2003) e até “O Diário da Princesa” (2001). Na direção, Waugh também focou seus projetos em tramas cheias de adrenalina, como “Need For Speed – O Filme” (2004), “Ato de Coragem” (2012), “O Poder do Impossível” (2017), “Projeto Extração” (2023) e “Os Mercenários 4” (2023).
Com esse panorama, a construção das cenas de ação, que compõem o coração pulsante do filme, começou bem antes da chegada no set de filmagens. Na verdade, o início de tudo aconteceu no churrasco em que o diretor Scott Waugh conheceu o coordenador de dublês do filme, Ryan Tarran. “Éramos apenas dois dublês jogando ideias. A gente disse: ‘e se partíssemos um carro ao meio? Nunca vi isso antes’. Estávamos apenas conversando entre uma cerveja e uma carne. Então ver isso no set, um carro sendo partido ao meio, sendo transformado em realidade é uma coisa incrível”, conta Tarran sobre o processo descontraído.
“Tendo feito um monte de filmes de ação e luta, você está sempre um pouco incerto sobre como trazer algo novo. E o que é incrível sobre o trabalho de dublês neste filme, e em Alan [Ritchson] especificamente, é como eles compõem as cenas de ação. Eles estão realmente contando uma história por meio de lutas, mostrando as emoções dos personagens dessa forma”, descreve o produtor Todd Garner sobre o diferencial do longa.
A contribuição de Alan Ritchson, que dá vida ao protagonista e também conta com uma carreira de sucesso nas produções de ação, também foi vital para o resultado final de TRÊS HORAS PARA VIVER. “Alan trouxe seu time todo de Reacher, o que foi incrível. E considerando que Scott [Waugh] vem de um passado de dublê, é realmente muito divertido assistir eles todos trabalhando juntos para construir algumas cenas de luta que realmente vão surpreender as pessoas”, comenta Garner.
Além do trio de protagonistas, o elenco ainda conta com nomes como Leila George D’Onofrio (“Máquinas Mortais”), Sullivan Stapleton (“300: A Ascensão do Império”) e Peta Sergeant (“Patrick: O Despertar do Mal”).
Com distribuição Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, TRÊS HORAS PARA VIVER estreia no Brasil em 29 de outubro.


