Crítica | A Caminho de Casa

Quem não adora cães? A maioria das pessoas adora. E filmes com esses pets maravilhosos? Em geral eles são sinônimos de dramas que irão nos emocionar. Temos belos exemplos de filmes que retratam essa relação entre homem e cão. Marley & Eu, foca na relação entre uma família e seu mascote. Outro bom exemplo é o excepcional Sempre ao Seu Lado que foca na relação de lealdade e amizade entre um homem e seu cão. Tentando entrar nessa galeria temos mais um filme mostrando a relação entre o homem e seu dog, desta o filme se passa na ótica do cão. Vem aí, A Caminho de Casa um longa estilo sessão da tarde que mesmo com alguns problemas em sua narrativa é tocante.

A Caminho de Casa, é baseada na obra de W. Bruce Cameron e coloca o animalzinho protagonista em uma busca incessante pelo seu dono. Ao serem separados o pet precisa encarrar a grande distância de 600 quilômetros para rever seu dono. A direção desse longa é realizada por Charles Martin Smith (Winter, o Golfinho), que decide realizar uma produção ao velho estilo dos anos 90, vemos isso na condução da história, que é bem inocente e recheada de clichês.


A estrela do enredo é a (ITIMALIA MEU DEUS) fofa cachorrinha Bella, que narra a história. A voz de seus pensamentos na versão original é de Bryce Dallas Howard (Jurassic World: Reino Ameaçado) é isso faz com que o longa tenha um olhar inocente sobre o mundo, o que trás até um certo encanto. Em alguns momentos essa narrativa irá ser tocante, em outros engraçada (como a descrição das brincadeiras) e em outras extremamente clichê (como a cena do supermercado que ganhou o selo Sessão da Tarde de qualidade). Um ponto negativo do longa é a utilização dos efeitos especiais que são quase amadores. Em algumas cenas de tensão temos o cão interagindo com outros animais em CGI é o que deveria ser algo tenso/chocante se torna bizarro, é isso prejudica a narrativa.

A Caminho de Casa é um longa que possui bons e maus momentos em sua projeção. As cenas no hospital são lindas e irão emocionar. As demais cenas “tocantes” são um pouco forçadas e tirão o brilho do longa, mas tenha certeza. Ao assistir esse longa, se você assim como eu não tem um cachorro, você irá querer sair do cinema e adotar o primeiro doguinho que você encontrar na rua, pra chamar de seu.

Hiccaro Rodrigueshttps://estacaonerd.com
Apenas um cara cri cri crítico e gago.

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