Crítica | A Sentinela

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A Sentinela é um thriller de ação francês dirigido por Julien Leclercq (Lukas) e estrelado por Olga Kurylenko (Oblivion), conta a história de uma soldada altamente treinada volta para casa e usa suas habilidades letais para encontrar o homem que feriu sua irmã. Prepare-se para uma trama com poucas cenas de ação, mas com uma dose bacana de violência.

Netflix/Divulgação

Klara (Olga Kurylenko) é uma militar que trabalha combatendo o terrorismo mundo afora. Após passar por uma situação traumática, ela é enviada de volta para casa, em Paris, onde passa a patrulhar as ruas no combate ao terrorismo. Após uma festa com sua irmã, Tania (Marilyn Lima), Klara recebe uma ligação dizendo que sua irmã foi violentada e que está em coma no hospital. Klara então decide fazer justiça com as próprias mãos. Simples e direta é assim como podemos resumir esse novo sucesso da Netflix.

O longa possui altos e baixos. A trama acerta em construir bem a personagem, nos mostrando como ela está, após o evento traumático do início do filme. Porém, a obra perde quase 40 minutos nisso e demora para chegar no que interessa. Entendo que a ideia do diretor Leclercq foi a de desenvolver ao máximo a personagem, com a função de nos aproxima dela e fazer com que nos importemos com a mesma. Mas ao mesmo tempo que o longa constrói essa personalidade dela, vemos que ela não é uma das personagens mais cheias de carisma do ano. Não que isso seja um problema, mas pode fazer com que alguns não gostem do resultado final (leia: filme). Após construir a personagem e a situação, o longa peca por deixar toda a resolução (leia: ação) para os últimos 20 minutos, e tome correria para concluir o arco e resolver as pontas soltas (ou ignorar). Os 20 minutos são frenéticos e as cenas de ação (do fim) e as demais da trama (são 3 no total, destaque para a cena de luta no banheiro) conquistam pela veracidade, lembrando um pouco o que vimos em Atômica.

Netflix/Divulgação

O longa tem altos e baixos, e a culpa é do roteiro escrito pelo diretor em colaboração Matthieu Serveau (L’esprit de la route) que cria alguns elementos interessantes e pouco os desenvolve, e quando o faz, faz de modo acelerado, entregando resoluções fáceis e clichês. O filme ainda possui uma reviravolta interessante, que se perde por ser muito mal desenvolvida. Kurylenko se entrega de corpo e alma, fazendo suas cenas de ação (que são bem coreografadas e filmadas). O restante do elenco não compromete, mas também não impressiona.

Num resumo honesto, A Sentinela é um filme de ação regular com acertos e erros. Não é uma obra prima, mas está longe de ser uma completa bomba. Assista e se divirta, sem compromisso, por 80 minutos na Netflix.

Revisão Crítica

NOTA
Hiccaro Rodrigueshttps://estacaonerd.com
Eu ia falar um monte de coisa aqui sobre mim, mas melhor não pois eu gosto de mistérios.

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