
Os executivos de marketing Brad e Elijah se arriscam e propõem um patrocínio ousado de preservativos para a Copa do Mundo. Depois que um porre durante uma comemoração no Brasil desencadeia um escândalo global, eles precisam fugir de torcedores furiosos, criminosos e dirigentes ambiciosos para salvar suas carreiras e voltar para casa vivos.
Bola pra Cima se apresenta como uma comédia escrachada sobre futebol e o Brasil. Mas na verdade é apenas um filme ofensivo para a inteligência de qualquer ser humano com mais de dois neurônios funcionais. O filme dirigido por Peter Farrelly (Débi & Lóide), abusa dos maiores esteriótipos conhecidos para mostrar o que é o Brasil e fazer graça .Mas acredite, esse não é a maior falha da produção. Entre erros geográficos, um português que varia entre o falado e o entoado por atores estrangeiros, a maior falha da produção é a falta de graça e nexo das situações apresentadas.

Mark Wahlberg (Transformers: O Lado Oculto da Lua) e Paul Walter Hauser (Quarteto Fantástico: Primeiros Passos) até tentam imprimir algum carisma a produção, mas nada tentado funciona. O texto é péssimo e as situações são forçadas e abusam da obscenidade e do físico para tentar arrancar algum riso do espectador.
Bola pra Cima é um vexame, pior que do que o 7 x 1 sofrido pela seleção brasileira na Copa do Mundo em 2014. Acredite, ou não, este comentário é mais irônico e divertido que todo esse filme.


