Crítica | Brincando com Fogo

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Quem pensou que o John Cena apareceria como o figurão e não ia baixar a guarda, se enganou um pouco em relação à proposta do filme “Brincando com fogo”. Mais um clichê com uma pegada comédia/família, o longa vai estrear dia 12 de dezembro nos cinemas brasileiros.

Tudo começa quando o superintendente da brigada de incêndio especializada em paraquedistas (Smoke Jumpers) encara uma missão que está muito além da sua vida de militar disciplinada e rígida: Cuidar de três crianças. É nesse momento que os Smoke Jumpers da cidade de Redding, no estado da Califórnia – conhecido por ter muitos incêndios florestais – Precisam aprender a lidar com os três menores, devido a uma lei que os protege.

Dentre a equipe, temos o Rodrigo, hispânico que é o piloto e cozinheiro extra-oficial da equipe (além de ser bem emotivo); Axe, homenzarrão que não fala muito e permanece sério o tempo inteiro; Mark Rogers, tenente que age como a parte engraçada do grupo, sempre fazendo observações e aparições em momentos engraçados.

Apesar dos clichês e finais basicamente já conhecidos por todos, o filme traz uma proposta muito boa e vale a pena ser vista como uma boa opção para famílias em busca de entretenimento geral.

Revisão Crítica

NOTA
Luíza Rochahttp://estacaonerd.com
Ninguém é feliz por completo. Ou falta assistir um bom filme ou falta dormir.

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