Crítica | Cemitério Maldito

O longa “Cemitério Maldito” conta a história do Dr. Louis Creed (Jason Clarke), que, depois de mudar com sua esposa Rachel (Amy Seimetz) e seus dois filhos pequenos de Boston para a área rural do Maine, descobre um misterioso cemitério escondido dentro do bosque próximo à nova casa da família. Quando uma tragédia acontece, Louis pede ajuda ao seu estranho vizinho Jud Crandall (John Lithgow), dando início a uma reação em cadeia perigosa que liberta um mal imprevisível com consequências horripilantes.

A história é cheia de acontecimentos do passado mal contados, como por exemplo a morte da irmã de Rachel, quando ela ainda era pequena, o que a persegue a vida inteira, principalmente quando vai morar no Maine com sua família.

Outro acontecimento que fica grande parte do filme sem explicação, é o que existe depois da barreira e por quê existe.


Podemos dizer que o filme é dividido em duas partes, e a primeira é bem sem graça, e nos deixa cheios de dúvidas. Dúvidas essas que são esclarecidas na segunda parte do filme, que é bem aterrorizante e faz prestarmos muita atenção.

Como eu sempre falo no instagram do Estação Nerd, eu sou o tipo de pessoa que já vai pro cinema com medo quando se trata de filme de terror, e se a trilha sonora é muito boa, me assusto com ela também! E uma boa produção como “Cemitério Maldito” não peca nessa categoria, pois tem uma trilha sonora bem bacana, e principalmente efeitos sonoros de caminhões – pois a família mora numa zona rural próximo à uma estrada – que fazem assustar diversas vezes, eles costumam acontecer do nada, em cenas onde o silêncio paira na sala de cinema.

A pequena Jeté Laurence interpreta muito bem a personagem Ellie Creed, filha do Dr. Louis e Rachel Creed. Após todos os acontecidos na trama e a morte de Ellie, ela volta à vida e seu papel é muito bem aproveitado, e assustador. Todas as cenas a partir daí são tensas e cheias de emoções.

Muitas vezes durante o filme você irá rir, sério, existem cenas bem hilárias onde você fica se questionando porque eles fazem certas coisas que são bem óbvias.

Os figurinos do filme são incríveis, principalmente as máscaras de animais que são usadas. Um ponto super forte da Premiere que aconteceu essa semana em São Paulo, é que podíamos tirar fotos com essas máscaras e assim por alguns minutos fazer parte do filme.

Abaixo vou deixar uma foto minha com a máscara de coelho, só para vocês verem como ela é muito bem feita, e também uma foto de uma das muitas cruzes que tinham pelo cinema nesta Premiere.

Eu e a máscara de coelho do filme. Muitas pessoas acharam que ela era efeito da foto, mas não, é uma máscara muito bem feita que colocamos na cabeça e como tem elásticos, ela fica bem justa.
Essa é uma das muitas cruzes que tinham espalhadas pelo cinema com o nome do filme.

Por fim, podemos parabenizar os diretores Kevin Kölsch e Dennis Widmyer, pois o filme ficou muito bom!

A estreia oficial do filme no Brasil acontece na próxima semana, dia 09 de Maio.

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