Crítica | Elite – Quarta Temporada

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Envolta em grandes expectativas, principalmente após o lançamento das ‘Histórias Breves” durante toda a semana que antecedeu o início da nova temporada, Elite estreou sua quarta temporada na Netflix.

Divulgação/Netflix

A nova temporada parte de uma premissa bem conhecida dos fãs: um mistério envolvendo um acidente com um dos personagens, investigações policiais, segredos, rostos consternados e uma história que vai começar a se desenrolar dias antes de toda tragédia. Investir em time que está ganhando? Ok. Até aí tudo bem.

É nesse momento que conhecemos os agentes do caos. Os novos personagens que chegaram para, literalmente, bagunçar a trama, desenvolvendo amizades e relacionamentos com os veteranos. Carla Díaz (Ari), Manu Ríos (Patrick), Martina Cariddi (Mencía) são irmãos e filhos do novo diretor de Las Encinas, Benjamín Blanco, interpretado pelo ator Diego Martín. Pol Granch chega no papel de Phillippe Florian von Triesenberg, um príncipe herdeiro direto da realeza franco-espanhola que se torna interesse amoroso de Cayetana.

Divulgação/Netflix

Ari veio para ficar entre Guzman (Miguel Bernadeau) e Samuel (Itzan Escamilla). Patrick bagunçou uma relação muito admirada pelo público, Ander (Arón Piper) e Omar (Omar Ayuso). Já Mencía se envolve com Rebeka (Claudia Salas) e com um outro novo personagem, que tem função óbvia desde o primeiro episódio.

Com as tramas estabelecidas, vamos acompanhando a série “girar em volta do seu próprio rabo” indo de nada para coisa nenhuma. Enquanto assistimos as intensas e repetitivas cenas de sexo (pois fica claro que tudo se resolve com sexo nessa série), aguardamos o momento que algum dos personagens vai cometer um crime ou ser cúmplice. E no oitavo episódio, é justamente o que acontece.

Em meio a uma chuva de incoerências que a série permite, indo contra tudo que foi construído até então, é possível enaltecer Rebeka e Cayetana que permanecem, de certo modo, fiéis as suas personalidades. Cayetana mostrou até certo crescimento! Mas o que dizer de Ander e Omar que parecem crianças perto de Patrick, e Samuel e Gúzman que vão de amigos a inimigos pelo menos umas cinco vezes durante os episódios? Aliás, se formos falar apenas de Gúzman, a indignação fica ainda maior.

Divulgação/Netflix
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Com a quinta temporada confirmada, espero que a série se reencontre, e mostre algo mais do que o que foi apresentado nessa temporada. Mesmo sendo uma temporada de introdução a uma nova fase, a quarta temporada de Elite pecou nos excessos que se tornaram vazios e confusos dentro do que já estava estabelecido há anos.

Revisão Crítica

Nota
Talita Gimeneshttps://estacaonerd.com/
Apaixonada por Cultura Pop, gatos e brigadeiro. Não exatamente nessa ordem.

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