Crítica | Godzilla 2: Rei dos Monstros

Godzilla 2: Rei dos Monstros é a nova aventura épica deste personagem tão antigo e icônico no cinema, agora totalmente e digitalmente remodelado de uma forma incrível, pronto para um filme de proporções épicas!

Continuação direta do filme anterior, este talvez seja o Godzilla mais esperado de todos, não somente pela grandiosidade do filme, mas pela inclusão de novos monstros, como Mothra, Rodan e o temido Ghidorah, que já fizeram parte de vários filmes em décadas anteriores, e estão magníficos neste filme. Obviamente a tecnologia é a maior aliada deste filme, que cá entre nós tem uma qualidade de som absurda!

O filme gira em torna da descoberta de novos titãns, como os mencionados acima, e de muitos outros, logo após os acontecimentos do filme anterior. E claro, na luta para ver que será o novo Rei dos Monstros, como o título sugere; o que gera embates grandiosos entre os personagens principais, os titãns!


No longa Emma (Vera Farmiga) quer “salvar” o planeta de uma forma que muitas pessoas não irão concordar, e, junto com o seu ex-marido Mark (Kyle Chandler) e Maddie ( Millie Bobby Brown ), formam o trio principal do filme, numa mistura de bem X mal familiar e humanitário.

Emma acredita que acordando todos os gigantes titãs o equilíbrio da terra será restaurado. Com pouquíssimas explicações já somos apresentados a um equipamento chamado “ORCA”, que nada mais é que um sonar para comunicação com os titãs. Esse aparelho é o que, aparentemente, permitiria um convívio pacífico entre os seres humanos e os monstros, e é o que ele demonstrava quando conhecemos o primeiro dos principais titãs da trama: Mothra. 

Eu assisti duas vezes ao filme antes de sua estreia e sim, por duas vezes eu cochilei, a história é bem maçante, cansativa e parece que sempre está parada no mesmo lugar. Se por um lado a narrativa é um tanto quanto vazia e controversa, a produção visual é fantástica, bem linda e cheia de efeitos maravilhosos, que conquistam nossos olhos.

A perfeição dos monstros e do caos por eles instaurado é dos mais imersivos que já pudemos ver. Tecnicamente no filme os humanos são completamente descartáveis.

Tirando a extensividade do roteiro para tratamento de diversos arcos (humanos e de titãns) o filme é muito bom! Se possível veja o filme em IMAX, a experiência de som é fantástica!

Para quem é fã deste lagarto gigante e de seus oponentes, a diversão será garantida!

Deixe sua opinião!

INSTAGRAM

SE LIGA

Os 10 melhores filmes de 2018

A cada ano que passa somos surpreendidos com filmes cada vez melhores. Muitos, claro, já são aguardados por serem alguma continuação. Outros são ótimas...