Crítica | Justice League Dark: Apokolips War

Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips, dirigido por Matt Peters e Christina Sotta, vem para tocar o coração dos fãs da DC e encerrar o Animated Movie Universe da DC (DCAMU), que foi iniciado em Liga da Justiça: Guerra (2014). A nova aventura da Liga da Justiça inicia mostrando a organização de um ataque final contra Darkseid, evitando assim a devastação completa da Terra, que embora tenha se livrado das garras do vilão outras duas vezes, pode não ter forças para uma terceira investida. Os heróis são derrotados, e o que vemos é uma história focada na perseverança do bem contra o mal. Uma animação realista e pra lá de sombria.

Se prepare para ver uma grande quantidade de mortes e um cenário apocalíptico surreal. Tudo visto aqui é ÉPICO. Desde de os embates, até os cenários. O modo como os heróis perdem é humilhante! Quem é fã vai sofrer. O roteiro opta por focar sua narrativa focada em John Constantine, que carrega consigo a culpa de não ter salvo seu grande amor. A partir dessa escolha, a trama se desenrola recheada de sarcasmo e culpa pelo fracasso, com pitadas de humor negro. Todas essas são características do herói protagonista. Outros personagens tem arcos importantes na trama e merecem menções: Ravena, Robin, Lois Lane e Etrigan, são alguns dos destaques dessa aventura. Mas não vamos revelar seus arcos para não estragar a surpresa. Porém, as resoluções encontradas para esses “heróis” devem agradar a maioria dos fãs.

Apokolips War encerra seu universo de modo comovente e com chave de ouro. A animação é certeira nas cenas de ação e desenvolve a história de modo orgânico, linear e às vezes até cruel, mas assim são as guerras. Se os próximos filmes live action da DC forem 10% do que esse filme é, tenham certeza em breve a DC nos cinemas ultrapassa a Marvel em questão de qualidade.

NOTA
Hiccaro Rodrigueshttps://estacaonerd.com
Eu ia falar um monte de coisa aqui sobre mim, mas melhor não pois eu gosto de mistérios.

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