Crítica | Noite de Lobos (Hold The Dark)

No deserto do Alasca, Medora Slone (Riley Keough), escreve para o naturalista Russell Core (Jeffrey Wright) relatando a morte de seu filho, supostamente causada por lobos, e pedindo vingança, já que as autoridades locais não deram a devida atenção ao caso. Core se dispõe a ajudá-la e de repente se vê em meio a um grande mistério. 


Core passa a questionar a sanidade mental de Medora ao encontrar o corpo de seu filho no porão e constatar o seu desaparecimento. Core então é levado à um mistério que envolve folclore local e possessão demoníaca. 

Tudo piora ainda mais com a chegada do marido de Medora, Vernon (Alexander Skarsgard) que retorna da guerra após sofrer um ataque, e encontra como cenário um filho morto e uma esposa desaparecida. Vernon então, deixa um enorme rastro de sangue ao tentar vingar a morte do filho. 

O filme é um suspense instável e frenético que muitas vezes causa uma certa confusão e vários questionamentos, ressaltando o abandono e desolação sofrido pela população do Alasca. 

O filme tem cenas fortes, direção impecável e ouso destacar o personagem Core, que tenta encaixar as peças desse quebra-cabeças de forma prática, porém sem perder a empatia. 

O filme está no catálogo da Netflix desde 28/09 e promete conquistar o público sedento por solucionar esse caso intrigante e assustador. 

Dayana Maiahttps://estacaonerd.com
A louca das séries e filmes. Apaixonada pelo universo Marvel e DC (não sou capaz de escolher um só), indie rock, livros, games e café. Aguardando a abdução alienígena.

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