Crítica | O Parque dos Sonhos

O Parque dos Sonhos é uma animação muito fofa e pertence a Paramount Pictures.


O longa conta a história de um parque de diversões onde June, uma menina de 12 anos, que com sua imaginação fértil, dedica seu tempo a construir o imaginário Parque dos Sonhos ao lado de sua mãe. Mas ela logo se depara com a doença de sua mãe, e com isso, sendo necessário sair de casa por alguns meses para tratamento, June é tomada pelo pessimismo e esquece o parque, abandonando os prazeres da infância.

Então a jovem encontra escondido na floresta um parque de diversões chamado Wonderland, que é cheio de brinquedos e animais que falam. O único problema é que o parque está confuso e desorganizado. June logo descobre que o parque veio de sua imaginação e que ela é a única que pode deixar o lugar mágico novamente.



Um dos pontos positivos do filme, foi a escolha do elenco para as vozes, como Jennifer Garner, Mila Kunis e Matthew Broderick, o Ferris Bueller de “Curtindo a Vida Adoidado”.


A Paramount Films está de parabéns pelo trabalho feito e merece todos os méritos possíveis pela excelente construção do parque, rico em detalhes e cores vibrantes e dos personagens também, sejam eles os principais ou secundários.


Mas ao chegar a seu final a sensação é a de que havia uma ótima ideia e com potencial mas com nenhum rumo específico. Apesar de fugir do sentimentalismo inicial e tornar as coisas mais realistas, o encerramento do longa não tem o grande impacto que a introdução prometia, deixando algumas questões de lado, como o motivo da doença da mãe, para que conclusões mais simples tomem conta.

Não existem problemas na diversão leve e instantânea, mas também não há nada de muito marcante.

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