Crítica | Obsessão

Neil Jordan ja é conhecido por ser um ótimo diretor, ele é responsável por bons filmes de terror como A Companhia dos Lobos e Entrevista com o Vampiro. E agora ele está de volta com Obsessão, terror psicológico, que funciona muito bem como suspense, onde reúne Chloë Grace Moretz (5ª Onda), Maika Monroe (Corrente do Mal) e a sempre maravilhosa Isabelle Huppert (Elle).

O filme revive um sub-gênero muito popular nos anos 80 e 90 sobre pessoas ingênuas que iniciavam amizades com estranhos, até se dar conta, que estavam lidando com stalkers.


Frances (Chloë Grace Moretz) é uma jovem mulher cuja mãe acabou de falecer. Acabando de se mudar para Manhattan e cheia de problemas com o pai, ela forma uma amizade improvável com Greta (Isabelle Huppert), uma viúva bem mais velha que ela. Porém, conforme as duas se tornam melhores amigas, as atenções da viúva se mostram muito mais sinistras do que ela imaginava.



O relacionamento das duas evolui bem rápido. A desconfiança e obsessão também. Quando menos esperamos, Frances ja está se escondendo pelos lugares, enquanto Greta aciona o modo de insanidade.


O passado e o que leva Greta agir dessa forma, não ficam muito claros. O filme ainda peca em partes do roteiro que não fazem sentido. Mas sinceramente acho que essas explicações nem eram tão necessárias. É um filme que se você levar muito a sério, não vai se divertir. Aproveitando, e se possível; não assista o trailer; ele estraga muitas surpresas contidas no filme.

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