Crítica | Ponto Vermelho (Red Dot)

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Um casal faz uma viagem para reacender a chama do seu casamento, mas vê-se obrigado a fugir de um atirador desconhecido no meio de uma região inóspita da Suécia. Ponto Vermelho é o novo suspense da Netflix que trata sobre a velha máxima da vingança.

Ponto Vermelho possui uma classificação indicativa elevada, mas pouca violência ou situações de tensões são vistas neste suspense que possui como ponto alto as suas reviravoltas. A trama começa apresentando o casal protagonista e nos seus primeiros vinte minutos nos aproxima dos mesmos, revelando como eles se conheceram e contando sobre os seus dramas. O maior problema que o diretor Alain Darborg (The Master Plan) tem aqui, é que ele leva sua trama em banho maria durante quase uma hora e só acelera a história no seu derradeiro terceiro ato. A trama sobre pessoas sendo caçadas por outras pessoas, não é novidade e o diretor aposta em fazer o feijão com arroz. A fotografia e os belos cenários amenizam o problema do ritmo. O roteiro escrito por Per Dickson pode num primeiro momento parecer confuso, mas isso é proposital. No fim as peças iram se encaixar. As atuações são boas, no geral, e o casal é eficaz.

Ponto Vermelho tem um plot twits memorável que com um pouco mais de urgência nas situações e com mais cenas que justificassem a classificação elevada, esse longa seria um filme inesquecível. O lado bom é que podemos ver outros modos de fazer cinema. No fim, vale a pena conferir esse suspense sueco na Netflix.

Revisão Crítica

NOTA
Hiccaro Rodrigueshttps://estacaonerd.com
Eu ia falar um monte de coisa aqui sobre mim, mas melhor não pois eu gosto de mistérios.

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