Crítica | Robin Hood – A Origem

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Estive pensando muito em como começar essa crítica de Robin Hood – A Origem e serei direto: A nova versão de Robin Hood, dirigida por Otto Bathurst (Margot), não emociona e nem cativa. A única coisa que talvez você sinta é um pouco de sono. A nova trama de Robin Hood conta a origem da famosa lenda sobre o ladrão que rouba dos ricos para dar aos pobres, sendo dessa vez contada a partir de quando Robin Hood volta das Cruzadas e surpreende-se ao encontrar a Floresta Sherwood infestada de criminosos.

Não fixado nem no mundo histórico nem no imaginário popular, o Robin Hood de Bathurst é um personagem que deveria integrar o time de heróis da DC ou Marvel. A sua habilidade com arco e flecha é algo sobre-humano. A potência de suas flechas é algo equiparável a tiros de fuzil(!), destruindo pilares maciços de concreto(!). Robin Hood aqui é retratado como um SUPER HERÓI feudal.

A interpretação de Taron Egerton (Kingsman) é carente de vigor quase beirando a indiferença. Sua química com Eve Hewson (Papillon) é nula. O destaque do longa é Jamie Foxx (Django Livre) que tem o papel mais interessante e completo do filme. O roteiro do filme, é recheado de clichês tão previsíveis quanto o trânsito de São Paulo em dia de chuva. As cenas de ação são uma das poucas coisas boas dessa nova releitura, destaque para a cena na qual o personagem de Jamie Foxx é apresentado e as perseguições de carruagem que são quase um velozes & furiosos do século XII.

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No mais Robin Hood – A origem é uma pequena vergonha cinematográfica, um versão pop que não convence e nem acrescenta nada a uma das histórias mais contadas do mundo.

Revisão Crítica

NOTA
Hiccaro Rodrigueshttps://estacaonerd.com
Eu ia falar um monte de coisa aqui sobre mim, mas melhor não pois eu gosto de mistérios. Contato: [email protected]

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