Crítica | The I-Land – 1ª Temporada

The I-Land , nova série da Netflix possui a seguinte sinopse: Dez pessoas acordam em uma ilha traiçoeira, sem memória de quem são e de como chegaram lá, eles saem em uma jornada para tentar voltar para casa. Logo, eles descobrem que esse mundo não é o que parece. Enfrentando extremos desafios psicológicos e físicos da The I-Land, eles precisam se superar – ou morrer como os piores. Interessante né? Não! A nova série da Netflix é tudo menos original. Chata, preguiçosa e vazia são os adjetivos para essa série.

O maior problema de The I-Land é a ambição do roteiro que quis em uma temporada com 8 episódios, encher ela de tantos elementos (ficção científica, atualidades, sistema prisional, relações interpessoais e outros) que a série no fim não se prende a nenhum deles e passa a não possuir identidade alguma. Determinados assuntos poderiam ser organicamente inseridos e usados em outras temporadas, após a primeira temporada ter construído sua base, porém o que vemos é uma falta de competência para narrar sua história. Um exemplo, disso é o episódio três da série que com certeza séria um bom final de temporada. Mas aqui é inserido de modo abrupto, antes do meio da temporada afim apenas de “causar” e acaba apenas transformando o que era chato em algo confuso e chato.

As idéias usadas para conceber esse seriado foram recicladas de outros filmes ou séries. The I-Land só não é uma cópia barata de Lost, por que não possui capacidade nem de entreter o espectador com seus episódios de quase 40 minutos. A novela indiana (digo, série) possui um roteiro tão mal feito que você não sente nenhuma empatia pelos personagens, muito menos sente expectativa em ver o próximo episódio. Os efeitos especiais que a série usa são amadores e dão dó, prepare-se para ver um dos tubarões mais mal feitos da história. Os atores não possuem o material para aprofundar os seus personagens e suas personalidades são mais rasas que um pires.


Dos atores a maioria é desconhecida, dos “veteranos” quem mais decepciona é Kate Bosworth (Sob o Domínio do Medo) que parece uma parede de tanta emoção que passa nas situações em que sua personagem se mete. A utilização de flashbacks para explicar diversas situações cansa e irrita em alguns momentos.

Num resumo sincero: The I-Land é a pior série de todo catálogo da Netflix e nunca deveria ter sido concebida. “Os dramas” que são as razões de os personagens estarem na ilha talvez sejam a melhor coisa da série. Pois eles justificam o por que deles terem de sofrer, mas nós não merecemos isso Netflix, não mesmo.

Hiccaro Rodrigueshttps://estacaonerd.com
O pagode anos 90 moldou meu caráter.

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