Crítica – ” Tully”

Molly (Charlize Teron) é casada com Drew (Ron Livingston)  e juntos têm três filhos, sendo um deles recém-nascido. O filho menino tem necessidades especiais e exige uma maior atenção de seus pais. Craig (Mark Duplass), irmão de Molly, presenteia com uma babá noturna, Tully (Mackenzie Davis). Após a chegada de Tully, a vida da Molly muda da água para o vinho.

 

Charlize Teron, que também é produtora do longa, se entrega de corpo e alma para viver Molly. A atriz precisou engordar 25kg para o papel. Jason Reitman, o mesmo de Juno, assina a direção.“Tully” tem estreia prevista para 24 de maio no Brasil.


 

O filme consegue juntar dois gênero opostos: comédia e drama. Apesar de ter uma carga dramática muito grande, ele ainda consegue arrancar boas risadas do público. O longa mostra, sem máscaras, a maternidade na sua forma mais pura com todos os percalços possíveis. Tema que às vezes é abordado de forma branda nas produções artísticas.

Outro aspecto contundente do filme é o feminismo. O Girl Power se mostra presente tanto em Molly, que é uma guerreira em lidar com os 3 filhos e a casa, quanto em Tully que é uma jovem com o espírito livre e encoraja Molly a ser mais espontânea. Também é abordado o papel do pai em relação à criação dos filhos. Culturalmente, não se espera muito da figura do pai e qualquer coisa que faça já é considerado suficiente, sobrecarregando a mãe.

 

O filme já surpreenderia só pelos  aspectos citados, porém o plot twist que acontece no final é  de cair o queixo. Daqueles que faz você refletir sobre tudo que já tinha visto no filme.

 

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