Grandes nomes da música brasileira se unem em “O Velho Fusca”, trazendo hinos nacionais e faixas inéditas. Em sua trilha sonora, o filme reúne lendas brasileiras como Jorge Aragão, Péricles, Teresa Cristina, Paula Lima, Xande de Pilares, Diogo Nogueira, Jorge Vercillo ao lado de artistas contemporâneos conceituados, como UCHA, Zé Vaqueiro, o rapper PK, Luiza Martins, KING Saints, Lucas Pretti, Miguelzinho do cavaco, Rigamontti, Gabriel Nandes, ALÊ e Adriana Stell e a atriz do filme e cantora Giovanna Chaves.
Em “O Velho Fusca”, que narra a história de Junior, um jovem sensível que enfrenta conflitos familiares ao tentar se aproximar do avô, a reconciliação entre gerações é o eixo central da história. Mas é na trilha musical que essa ponte se transforma em som.O longa dirigido por Emiliano Ruschel aposta em uma curadoria musical que mistura tradição e contemporaneidade, reunindo grandes nomes do samba e da MPB, além de 8 faixas inéditas que ampliam a identidade afetiva do filme. A direção da trilha sonora é assinada por Diego Timbó, que realiza esse trabalho ao lado dos produtores Dan Araujo e Guilherme Giglio.
Segundo Diego Timbó, o ponto de partida foi o samba: “Queríamos algo com essa potência de união e que fosse a marca do Rio de Janeiro, cenário do filme. Logo que recebemos o corte, comecei a revisitar meus discos de samba, especialmente de Elza Soares, Alcione, Cartola e Gonzaguinha, álbuns que são praticamente meus companheiros de vida. A partir do samba, foram surgindo os outros ritmos: um samba mais pagode, uma pitada de sertanejo com MPB, um piseiro pop, a mistura da MPB com o rap. São ritmos que unem gerações, formam a identidade cultural do nosso país e contam a história do nosso povo”, afirma.
Protagonizado por Caio Manhente (“D.P.A — O Filme” e “Vai Na Fé”), Cleo Pires, Dalton Mello e Tonico Pereira, o álbum da trilha conta com 8 faixas lançadas ao longo do segundo semestre de 2025. Elas já somam mais de 5 milhões de streaming e contam com participações de artistas como Jorge Aragão, Teresa Cristina, Xande de Pilares, Jorge Vercillo e Luiza Martins. O repertório equilibra ainda o clássico e o atual com nomes como Diogo Nogueira e o rapper PK, criando uma atmosfera sonora que traduz o espírito do Rio de Janeiro, cenário central da narrativa.
O processo de composição envolveu imersões criativas com artistas de diferentes gerações e regiões do país, entre eles Jamé, King Saints, Thalita Ziolli, Gabriel Nandes, Jenner Mello e Rigamontti. “Assistíamos ao filme com um metrônomo para entender o tempo das cenas, principalmente o tempo entre os diálogos, os respiros, as reações de cada ator, a construção das emoções e as transições. Definimos onde a música deveria entrar, onde seria incidental e onde o silêncio seria mais potente. Nas faixas inéditas, fomos muito inspirados pelo que estava sendo dito, mas principalmente pelo que estava por trás das intenções dos personagens, pelo não dito que estava presente ali”, explica Timbó.
Mais do que pano de fundo, a música é tratada como parte estrutural da dramaturgia. Cada faixa dialoga com os conflitos e afetos da história, reforçando a jornada de reconstrução emocional vivida pelos personagens.
Esse cuidado é uma marca da UNO Filmes, que se destaca pela curadoria e produção musical de seus projetos. A produtora já havia chamado atenção pelo trabalho realizado no álbum de “Me Tira da Mira”, que reuniu mais de 27 artistas nacionais e internacionais, entre eles Elza Soares, Xamã, Pabllo Vittar e Alcione. No álbum “O Velho Fusca”, a Uno Filmes reforça mais uma vez a parceria na Direção e Produção Artística com a SONORA DIGITAL. A produtora realiza um trabalho de qualidade que reflete as características da cultura brasileira, com a superprodução de UCHA, que assina a produção das músicas do álbum.
Em “O Velho Fusca”, essa experiência se traduz em uma trilha que não apenas acompanha a narrativa, mas amplia sua potência emocional. A música funciona como elo entre passado e presente, assim como o próprio fusca que dá nome ao filme, conectando memórias, afetos e novas possibilidades.
Com distribuição da A2 Filmes, o longa estreia nos cinemas no dia 19 de março e aposta na força da música brasileira como elemento essencial da experiência cinematográfica.


