Crítica | Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas

Uísque escocês ou irlandês? Tanto faz pois com a família Shelby o que importa mesmo é a sede de poder. Uma das séries mais bem avaliadas pela mídia e com certeza uma das mais queridinhas da BBC Two. “Peaky Blinders“, que deriva de uma prática antiga dos membros de gangues que escondiam navalhas em seus chapéus, é uma série drama e ficção histórica que conta com quatro temporadas e vinte e quatro episódios até então.

A série, que começou em Setembro de 2013, conquistou o coração de muitas pessoas por mostrar a “Terra da Rainha” de uma maneira que antes as telas não conheciam. A família gângster, que domina o coração de Birmingham, Inglaterra, é notoriamente conhecida pelos seus esquemas ilegais de apostas em corridas de cavalos. Com um roteiro muito bem feito, cada cena cativa os telespectadores, seja pela frieza do protagonista, Thomas Shelby ou pelo cenário que é fielmente correspondente à época (circa 1919).


O verdadeiro significado de “Ambição” pode ser visto em cada ação dos membros da gangue, que, até o dado momento é composto de catorze pessoas. Desde treinadores de cavalos à matadores sanguinários. Os irmãos Shelby (Thomas, Arthur, John, Ada e Finn) são unidos e (na maioria das vezes) apoiam as decisões conjuntas que Thomas, o líder; toma em prol do bem estar de todos (e também por sua sede de poder). Passando, assim, a não apenas manipular corridas de cavalos, mas sim contrabandear bebidas e, logo, automóveis.

Uma história cheia de suspense, romance, corações partidos e reviravoltas que vai fazer você torcer para os vilões ao invés dos mocinhos. Mas, infelizmente, a trilha sonora deixa muito a desejar, quebrando um pouco o padrão de “fidelidade à época” que citei anteriormente. Porém, nada que deixe a narrativa lenta ou perca a emoção nessa trama bem dirigida por Otto Bathrust, Tom Harper, Colm McCarthy, David Caffrey e Steven Knight.

Até agora, esperamos um pronunciamento da BBC Two referente à quinta temporada da série, também disponível na plataforma “Netflix”.

Luíza Rochahttp://estacaonerd.com
Fã número um do Ayrton Senna e aspirante à nova Audrey Tatou.

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