ter, 27 outubro 2026

Cine Ceará anuncia programação de filmes da 36ª edição

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O Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema chega à sua 36ª edição, reconhecido como um dos mais longevos festivais de cinema do Brasil. Nesta edição, o evento festeja “Fortaleza, 300 anos de luz e cinema” com uma programação composta por mais de 45 filmes, entre longas e curtas-metragens distribuídos em mostras competitivas, exibições especiais, mostras sociais. Haverá ainda debates, homenagens, ações formativas e outras atividades, todas com acesso gratuito. O festival acontecerá de forma presencial de 7 a 13 de novembro e, a exemplo de outras edições, uma seleção de filmes da Mostra Olhar do Ceará poderá ser vista também na plataforma Itaú Cultural Play, disponível no catálogo do streaming de 7 a 21 de novembro. 

Grande parte da programação do Cine Ceará acontece no Cineteatro São Luiz e no Cinema do Dragão, equipamentos da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult/CE), geridos pelo Instituto Dragão do Mar (IDM). Debates sobre filmes das mostras competitivas Ibero-americana de Longa-metragem e Brasileira de Curta-metragem são realizados pela manhã no Hotel Sonata de Iracema. No local, no dia 11, às 11h, o jornalista, documentarista e professor Lúcio Vilar lança o livro LUZ, CINEFILIA… Crítica! – Arqueologia e Memória do Crítico Linduarte Noronha, Jornal A União – Anos 1950 –1960 (Ed. A União).  

EXIBIÇÕES ESPECIAIS NO CINEMA DO DRAGÃO E NO SÃO LUIZ

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Além dos já anunciados filmes selecionados para as mostras competitivas, no 36º Cine Ceará, um curta-metragem e quatro longas brasileiros terão exibição especial. São eles: o curta “Sul de Teerã” (Kleber Mendonça Filho. Documentário. 8’. Brasil-EUA. 2026), a ser exibido na noite de abertura no CIneteatro São Luiz, e os longas “Alucinação” (Marcos Caetano, Renato Terra e Leo Caetano. Documentário. 74′. Brasil. 2025), com exibição no dia 9, às 16h, no Cinema do Dragão; no dia 10, fechando a sessão das 19h no Cineteatro São Luiz, “Clássico Rei” (Glauber Filho, Joe Pimentel, Wolney Oliveira. Documentário. 91′. Brasil. 2026); dia 11 às 16h, no Cinema do Dragão, “O projeto” (Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic. Documentário. 94’. Brasil); e na noite do dia 13, no Cineteatro São Luiz, após a cerimônia de premiação, “Viver é melhor que sonhar” (Eduardo Albergaria. Ficção. 105’. Brasil. 2026).

MOSTRAS SOCIAIS NO DRAGÃO DO MAR

As três mostras sociais vão acontecer nas manhãs de 10 a 12 no Cinema do Dragão. Na terça, 10, será a mostra O Primeiro Filme a Gente Nunca Esquece, com grupos de alunos de escolas públicas para assistir “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa” (Fernando Fraiha. Ficção. 90’. Brasil. 2025). Na quarta, 11, a plateia será prioritariamente de grupos de instituições de idosos, para ver “O Auto da Compadecida 2” (Guel Arraes e Flávia Lacerda. Ficção. 114”. Brasil. 2024), na Mostra Melhor Idade. Na quinta, 12, é a vez da mostra Acessibilidade, com recursos para público com necessidades especiais conferir “A natureza das coisas invisíveis” (Rafaela Camelo. Ficção. 90’. Brasil. 2025).

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MOSTRAS COMPETITIVAS NO CINETEATRO SÃO LUIZ

Mostra Competitiva Ibero-americana de Longa-metragem

Com seis filmes em competição, a Mostra Ibero-americana de Longa-metragem começa na noite de abertura do festival, sábado, 7, no Cineteatro São Luiz, com a exibição de “Terra Firme” (Alexandre Vale. Ficção. 92’. Brasil. 2026), gravado em Trairi, no litoral cearense. No domingo, 8, será a vez de “Sob o mesmo sol” (Ulises Porra. Ficção. 103’. República Dominicana-Espanha. 2025). Na segunda-feira, 9, a mostra exibe “Nunkui” (Verenice Benítez. Ficção. 91’. Equador-Chile-Alemanha. 2026). 

Na terça, 10, antes da exibição especial de “Clássico Rei”, a Mostra Competitiva Ibero-americana de Longa-metragem apresenta mais uma produção brasileira, “Trapiá, um outro sertão” (Bertrand Lira. Documentário. 84’. Brasil. 2026), sobre uma comunidade rural no interior da Paraíba, em transição de uma forma tradicional de vida. Na quarta-feira, 11, será a vez de “Eu não morrerei de amor” (Marta Matute. Ficção. 94’. Espanha-Bélgica. 2026). E na quinta, 12, encerra as exibições da mostra o filme “Não há ida sem retorno” (Carlos Sánchez Giraldo. Ficção. 88’. Peru. 2026).

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Mostra Competitiva Brasileira de Curta-metragem

No domingo, 8, começa a Mostra Competitiva Brasileira de Curta-metragem, que acontecerá também à noite no Cineteatro São Luiz, com 13 produções da Bahia, do Ceará, do Espírito Santo, de Goiás, de Minas Gerais, da Paraíba e de São Paulo. Na primeira noite da mostra serão exibidos “Joqueta” (Luciana Vieira. Ficção. 13’. Ceará. 2026), “Amargô” (Giorgio Vinicius Casetta. Animação. 19’. Goiás. 2026) e “Cabeceira” (Rayane Teles. Ficção. 25’. Bahia. 2016). Na segunda, 9, os três curtas da noite são “Redamar” (Johnnathan Albano. Ficção. 17’. Ceará. 2026), “De barriga pra cima” (Beatriz Lindenberg, Cintya Ferreira, Marcia Medeiros e Mariana de Lima. Ficção. 16’. Espírito Santo. 2026) e “O homem para o tempo” (Heber Bezerra. Documentário. 25’. Minas Gerais. 2026). Na terça-feira, 10, como são dois longas na noite, não haverá exibição de curtas brasileiros. 

A mostra volta na quarta, 11, para exibir mais três filmes: “Todas as vezes que demos tchau” (Breno Alvarenga. Animação. 8’. Minas Gerais. 2026), “Lena” (Lanna Carvalho. Ficção. 19’. Ceará. 2026) e “Caso isolado” (Jamila Facury e Edson Lemos Akatoy. Ficção. 22’. Paraíba. 2026). Os quatro últimos curtas da mostra estão na sessão do dia 12: “Fogo amigo e outras canções” (Roberto P. B. Castro. Animação. 9’. Goiás. 2026), “Cefalópodes” (Vic Casé. Animação. 15’. São Paulo. 2026), “Cassiopeia” (Bruna DeRose. Ficção. 18’. Ceará. 2026) e “Pão Doce” (Wesley Gabriel Silva Santos. Ficção. 18’. São Paulo. 2026).

COMPETITIVA OLHAR DO CEARÁ NO CINEMA DO DRAGÃO

O Cinema do Dragão recebe, de 8 a 12, os quatro longas-metragens e os 15 curtas que concorrem na Mostra Olhar do Ceará, que traça um panorama audiovisual sobre o estado, em sessões sempre a partir das 14h, encerrando com debate sobre os curtas e o longa exibidos no dia. 

A mostra no domingo, 8, começa com os curtas “Vejo você de repente” (Aída da Costa. Documentário. 12’. Brasil. 2026), “Erô” (Antônio Fargoni. Documentário. 10’. Brasil. 2026) e “Umbuzeiro” (Emílio Ribeiro. Ficção. 19’. Brasil. 2026). Na sequência será exibido o primeiro dos quatro longas-metragens da mostra: “Douvina” (Márcio Câmara. Documentário. 80’. Brasil. 2026).

Na segunda-feira, 9, serão exibidos os curtas “Era Vânia” (Ticiana Augusto Lima. Ficção. 15’. Brasil. 2025), “Deu Praia” (Amanda Pontes. Ficção. 4′. Brasil. 2026) e “Pirexia” (Nico da Costa. Ficção. 19’. Brasil. 2026) e o longa “O Cio da Terra” (Rivelino Mourão. Documentário. 74’. Brasil. 2026).

Na terça-feira, 10, a sessão exibirá os curtas “Plano secreto de Alie” (Lux Farr. Animação. 19’. Brasil. 2026), “Quase à meia-voz” (Maria Tamires e Victor Emanuel Borges. Ficção. 17’. Brasil. 2026) e “Marimbã está acontecendo” (Maryn Marynho. Animação. 14’. Brasil. 2026), e o longa “Adulto/Homem” (Pedro Diógenes. Documentário. 71’. Brasil. 2026).

A sessão do dia 11, será exclusiva de curtas, com exibição de cinco produções: “Do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto” (Adeciany Castro, Weyna Macedo, Mariana Smith, Lucas Parente. Documentário. 11’. Crato. 2025), “Janaína e a Concha” (Malu Meneses. Animação. 9’. Fortaleza. 2025), “Sinal” (Barbara Matias Kariri. Ficção. 19’. Brasil. 2026), “Rua 16” (Ryan Lopes. Ficção. 13´. Brasil. 2026) e “Kaira e o temporal” (Wagner Nogueira Mendes. Ficção. 20’. Brasil. 2025).

Na quinta-feira, 12, a mostra termina com a exibição do curta “Stênio” (Yan Tavares. Documentário. 19´. Brasil. 2026) e o longa-metragem “Pessoal do Ceará – Lado A Lado B” (Nirton Venancio. Documentário. 86’. Brasil. 2026). 

No site e nas redes sociais do Cine Ceará podem ser consultadas informações complementares do festival, como premiação, membros do júri de cada mostra, programação detalhada de cada dia com os horários de início e a classificação indicativa de cada sessão.

HOMENAGEADOS

O Cine Ceará anunciou esta semana as cinco personalidades que serão homenageadas nesta edição. Na data da abertura, o Troféu Eusélio Oliveira será entregue ao diretor Kleber Mendonça Filho e à produtora Emilie Lesclaux; no dia 9, quem recebe a honraria é o jornalista e crítico de cinema Luiz Carlos Merten; já no dia 10, o festival concede o troféu à atriz Isis Valverde; e na solenidade de encerramento da edição, no dia 13, quem recebe o troféu Eusélio Oliveira é a senadora Luizianne Lins. 

Cine Ceará

O 36º Cine Ceará é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual e da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB); da Associação Cultural Cine Ceará; e da Bucanero Filmes. Tem o apoio institucional do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, via Mecenas do Ceará e Edital de Festivais Culturais Calendarizados (PNAB); e da Universidade Federal do Ceará, via Casa Amarela Eusélio Oliveira. Conta ainda com patrocínio do Banco do Nordeste, Complexo Portuário do Pecém, Itaú, Cegás e Etice, através da Lei Rouanet, e da Prefeitura de Fortaleza, através da Secultfor. Tem patrocínio direto da Cagece e o apoio cultural da Enel através do Mecenato Estadual.

SERVIÇO

36° Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema – 7 a 13 de novembro em Fortaleza e seleção de filmes também no Itaú Cultural Play. Informações: www.cineceara.com. Instagram: @cineceara, Facebook: Festival Cine Ceará. E-mail: [email protected].

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Hiccaro Rodrigues
Hiccaro Rodrigueshttps://estacaonerd.com
Eu ia falar um monte de coisa aqui sobre mim, mas melhor não pois eu gosto de mistérios. Contato: [email protected]