Convenção das Bruxas | Longa convida o público para uma viagem pelo Alabama, na década de 1960

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Nesta quinta-feira, 19 de novembro, chega às telonas o filme Convenção das Bruxas, inspirado no livro do escritor Roald Dahl. A mais nova produção dirigida pelo diretor vencedor do Oscar Robert Zemeckis (“Forrest Gump: O Contador de Histórias”), e estrelada pelas vencedoras do Oscar Anne Hathaway (“Os Miseráveis”, “Oito Mulheres e um Segredo”) e Octavia Spencer (“Histórias Cruzadas”, “A Forma da Água”), com grande elenco, apresenta uma aventura de fantasia ambientada na década de 1960, no Alabama, nos Estados Unidos, e não na Europa, como na obra literária. O ajuste do relógio para a década de 1960 também foi uma adaptação da nova produção.

Apesar de se manterem fiéis à natureza das personagens e da premissa original, a mudança de ambientação “permitiu uma narrativa mais charmosa, onde ainda não havia celulares, câmeras de segurança e vigilância 24 horas. O mais importante era manter o tom do livro, crucial para nós”, afirma o diretor Zemeckis.

Para dar vida à sua visão e versão de Convenção das Bruxas, Zemeckis foi para a Warner Bros. Studios Leavesden, e reuniu seu time de produção de confiança, como o diretor de fotografia Don Burgess, o designer de produção Gary Freeman, os editores Jeremiah O’Driscoll e Ryan Chan, a figurinista Joanna Johnston e o compositor Alan Silvestri.

Ansioso para explorar a estética marcante das locações como pano de fundo da história, o designer de produção Gary Freeman explica: “Eu amo a América dos anos 1960 e o Sul tinha um olhar e um tom únicos nesse período. Bob é um profissional reconhecidamente convicto sobre o que quer realizar, então foi um convite irrecusável”.

Foto: Warner Bros./Divulgação

No estúdio de Leavesden, a equipe construiu a cidade rural do Alabama, Demopolis, onde a Vovó recebe o Garoto Herói para morar com ela. Freeman diz: “Tudo começou com algumas casas e uma tela azul, mas avançou para algo muito maior. Acabamos construindo uma cidade inteira!”.

Para isso, a equipe de construção precisou, primeiro, escavar uma área não usada do estúdio, que se revelou um terreno com uma vista notável. “Foi ótimo, porque estávamos tentando eliminar o máximo possível de efeitos visuais que consumiriam tempo de filmagem. No local, temos 270 graus de rotação da câmera, com uma ótima vista para um vale sobre um campo esparramado e intocado”, explica o design de produção.

Foto: Warner Bros./Divulgação
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Em uma extremidade do set, era Demopolis 1932, e na outra, Demopolis 1967, uma construção eficiente. A equipe de verdes trouxe árvores de 10 metros e plantou arbustos assim que Freeman confirmou a autorização para utilização do local. A decoração do cenário deu vida à Demopolis, adicionando cercas de jardim, luzes e placas de rua no lado dos anos 1960, mantendo o lado dos anos 1930 mais rural, com máquinas agrícolas nos campos, barris e caixas de madeira pontilhadas, roupas penduradas em varais externos das casas e varandas simples, decoradas com panelas velhas e cadeiras de balanço.

A equipe de Freeman ainda pavimentou uma estrada metálica de 2,5 quilômetros para transportar os equipamentos de filmagens e construiu as colunas do hotel bem em frente às colunas romanas do Leptis Magna, ruínas da cidade romana na Líbia, trazidas para Virginia Water no século 18.

Hiccaro Rodrigueshttps://estacaonerd.com
Eu ia falar um monte de coisa aqui sobre mim, mas melhor não pois eu gosto de mistérios. Contato: [email protected]

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