Crítica | Mulher-Maravilha 1984

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Achou que não ia ter Blockbuster em 2020? Acho errado. Tem sim! Mulher-Maravilha 1984 é o filme obrigatório para começar bem o ano de 2021 e esquecer das mazelas desse 2020. A nova aventura de Diana ocorre na década 80 e coloca nossa heroína contra dois novos inimigos: Max Lord e Mulher-Leopardo.

Foto: Warner Bros / Divulgação

O foco desta nova aventura se norteia entre o limite do certo e errado para se conseguir o que quer. Para fincar o tema o longa abre com uma cena na qual vemos a pequena Diana numa intensa competição em Temyscira, na qual ela “trapaceia” e devido a isso aprende uma pequena lição, que é importante para o andamento do filme. Passado esse momento, voltamos para a Mulher-Maravilha em 1984 salvando diversos inocentes em Washington. Um desses embates desencadeia uma série de acontecimentos que resultam na criação de dois vilões.

Tudo na trama ocorre de modo objetivo e bastante crível, e isso se deve ao belo trabalho do roteiro escrito pela diretora Patty Jenkins, Geoff Johns (Aquaman) e David Callaham (Os Mercenários), que constroem uma história que flui sem atropelos e desenvolve as motivações do trio protagonista com maestria. Entendemos os motivos dos vilões serem como são e aprofundamos mais o conhecimento sobre a nossa heroína. Mas, a construção e desconstrução dos vilões é de longe a melhor parte do filme. Barbara Minerva (Kristen Wiig) e Max Lord (Pedro Pascal) roubam algumas cenas e seus vilões são memoráveis, em especial, claro, o de Pascal. Os personagens são apresentados e com o passar do tempo vão evoluindo como vilões, afinal de contas ninguém nasce ruim, são diversos fatores que levam a isso.

Foto: Warner Bros./Divulgação

A direção de Patty Jenkis acerta e erra nos mesmo pontos da aventura anterior. Entre as repetições de ambas as tramas se destaca o clímax final, que é muito parecido, mas que dessa vez se encaixa melhor do que o feito no primeiro filme. A escolha de 1984 para o filme soa sem nexo já que muito pouco de cenários, cabelos, roupas ou MÚSICA da época aparecem em cena. Um outro problema do longa é a sua duração de quase três horas, mas esse pouco deve incomodar.

Por incrível que pareça as cenas de ação são poucas. Mas são muito bem feitas. O CGI melhora muito em relação a obras anteriores da DC, mas ainda não é impecável como o da Marvel. A trilha sonora de Hans Zimmer dá as caras nas cenas de ação e torna tudo visto épico. O retorno de Chris Pine para a sequência é mais para usar o ator como alívio cômico e dar um toque sentimental a obra. Em ambas o resultado é bom e flui de modo orgânico, assim como 90% da trama.

Mulher-Maravilha 1984 é leve, divertido e possui uma mensagem tocante que é mais do que necessária neste momento que vivemos. Se puder veja no cinema, para este que é a melhor aventura do ano.

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PS: O filme possui uma cena pós-créditos.

Revisão Crítica

NOTA
Hiccaro Rodrigueshttps://estacaonerd.com
Eu ia falar um monte de coisa aqui sobre mim, mas melhor não pois eu gosto de mistérios. Contato: [email protected]

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