Liga da Justiça | Novo trailer mostra novos diálogos entre heróis

Warner divulgou hoje nova versão do trailer de Liga da Justiça, apresentado originalmente durante a San Diego Comic-Con 2017. Embora seja uma versão resumida, o estúdio incluiu novos diálogos dos heróis. Confira:

https://www.youtube.com/watch?v=TY078G4-tm8

Liga da Justiça tem no elenco Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Henry Cavill (Superman), Jason Momoa (Aquaman), Ray Fisher (Ciborgue), Ezra Miller (Flash), Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko), J.K. Simmons (Comissário Gordon), Jesse Eisenberg (Lex Luthor), Jeremy Irons (Alfred) e Amy Adams (Lois Lane), entre outros, e previsão de estreia para 16 de novembro

Crítica | Planeta dos Macacos – A Guerra

E ontem rolou a pré-estreia de Planeta dos Macacos : A Guerra, o aguardado encerramento da epopeia do macaco César (interpretado pelo genial Andy Serkis), agora já maduro e líder incontestável dos símios.

O Estação Nerd esteve nessa pré-estreia que rolou no Cinemark Eldorado (SP) numa sala temática especialmente desenvolvida para o filme e onde na sequência aconteceu a entrevista coletiva com o ator Andy Serkis e nós também participamos.

A experiência já começa logo na entrada da sala, onde passamos por um portal e um corredor que remete a uma das cenas mais tensas do filme, ao som de parte da trilha sonora e ruídos de macacos ao fundo. A sala em si está transformada numa floresta, toda verde e com vegetação até nas escadas, e a música ainda presente. Ou seja, já entramos totalmente no clima do filme antes mesmo dele começar. E assistir em IMAX faz toda a diferença.

Apesar de se chamar A Guerra, esse não é o principal enfoque da narrativa, que desta vez mostra mais a sociedade criada pelos macacos inteligentes e sua saga para encontrar a paz e um bom lugar para viverem.

Mas os humanos sobreviventes ao vírus que dizimou boa parte deles ainda dão trabalho e um ataque surpresa do grande vilão desse filme, o Coronel (Woody Harrelson), ao grupo de César o faz se separar de seu grupo e buscar uma vingança pessoal. Como o próprio Serkis disse na entrevista, o tema principal do filme é a empatia, e quando César perde a sua, o filme assume tons de drama, o que o diferencia das sequências anteriores.

Em sua jornada cheia de ódio, César acaba nos trazendo diversas reflexões sobre valores e sentimentos enquanto seu olhar (e o nosso) vai se transformando ao longo da longa busca pelo seu oponente.

Durante o caminho algumas boas surpresas como o alívio cômico Bad Ape (Macaco Mau) na voz de Steve Zahn, e a garotinha adotada pelo sábio orangotango Maurice (Karin Konoval) que os fãs do clássico de 1968 já devem ter pescado a referência.
O confronto final é uma sequência de ação com muita adrenalina e marcado pelo reencontro de César com a sua empatia perdida no começo do filme.

A tecnologia de captura de movimentos nesse filme é tão impressionante que deixa uma linha tênue de percepção entre a realidade e a computação gráfica e o diretor Matt Reeves sabe explorar bem isso nas cenas, como na sequência inicial onde começa com a perspectiva dos humanos e quando a batalha começa essa percepção é invertida. Cada expressão dos macacos revela todas as emoções conflitantes vividas por eles tanto nas batalhas quanto nos longos momentos de silêncio reflexivo e diálogos em linguagem de sinais, e isso é impressionante ao lembrarmos que são rostos digitais.

Andy Serkis está brilhante nesse longa, em uma de suas melhores interpretações.
Sem dúvidas um dos melhores filmes do ano.

Crítica | O Filme da Minha Vida

Há quem diga que o cinema brasileiro não pode presentear os cinéfilos do Brasil afora. “O Filme da Minha Vida” está aí para mostrar justamente o contrário. Dirigido por Selton Mello, o longa chega com uma essência diferente do que costuma-se ver nas produções brasileiras. Com um ar nostálgico e clara influência europeia (“O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” e “Cinema Paradiso”, por exemplo), ele consegue encantar não só nos aspectos técnicos, mas também com um roteiro muito interessante de se acompanhar.

Situado em Remanso, Serra Gaúcha, o filme mostra a volta de Tony (Johnny Massaro) à sua terra natal, e encontra a mãe se despedindo do pai Nicolas (Vincent Cassel), que volta para a França, seu país de origem. Tony torna-se professor de francês e passa a viver de perto os problemas e descobertas da adolescência não só dele, mas também dos alunos. Entre as idas e vindas da cidade grande – buscando ‘deitar-se’ pela primeira vez com uma mulher e assistir aos filmes em cartaz (só havia cinema na região metropolitana) -, a verdade sobre a partida do seu pai vem a tona e ele precisa decidir qual caminho deve tomar em relação a isso.

O roteiro, adaptado do livro “Um Pai de Cinema” do chileno Antonio Skármeta, aparentemente simples, conta uma história muito bem construída e com enigmas a serem desvendados no fim. Selton Mello e Marcelo Vindicatto criam uma narrativa na qual o espectador caminha junto ao protagonista em direção a todas as descobertas e às verdades.

Além de dirigir, Selton Mello também atua no papel de Paco e sua personagem é incrível. Há uma cena no filme (se quiser saber qual é a cena, a palavra-chave para ela é porco) que tem um diálogo sensacional (não só cômico, mas também revelador a respeito da sua essência). A direção de Selton encanta. Ele opta por gravar, predominantemente, em lugares abertos, e não em estúdio. Isso faz com que ele explore muito bem o ambiente tratado. Todas as cenas são muito bem dirigidas, e não há diálogos desnecessários. Além disso, a sutileza dos momentos em silêncio são fundamentais para breves pausas do filme, e acontecem nos momentos certos.

Outra coisa que chama atenção é a fotografia do longa. Quem fica responsável por ela é Walter Carvalho, e combina perfeitamente com o trabalho de Selton Mello. Walter sabe usar perfeitamente o posicionamento da câmera, ao mantê-la parada para aproveitar o diálogo em evidência, ou criar uma intensa movimentação, fazendo com que quem o assista sinta a agitação do protagonista. A paleta de cores tradicionalmente em sépia, traz às telas o ar de nostalgia que o longa precisa. A trilha sonora mistura muito bem a influência francesa com a jovem guarda brasileira e, por isso, faz com que a imersão do espectador seja maior do que se imagina.

Depois do fantástico “O Palhaço”, Selton Mello mostra que realmente sabe o que faz e presenteia quem assiste ao longa com essa obra de arte, fazendo o espectador se encher de alegria e orgulho da força que o cinema brasileiro pode ter.

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Os Cavaleiros do Zodíaco ganhará uma série exclusiva na Netflix; confira o primeiro poster

Os Cavaleiros do Zodíaco terá uma nova série exclusiva na Netflix. O anúncio foi feito durante um evento em Tóquio, onde a empresa revelou seu novo catálogo de animes para a próxima temporada. Veja o primeiro cartaz abaixo:

O novo seriado, chamado de Knights of The Zodiac, terá 12 episódios de 30 minutos e será escrito por Eugene Son, de Avengers: Secret Wars. A história moderniza e renova o visual dos Cavaleiros para os dias atuais, mas ainda os mostrará protegendo Athena e lutando contra deuses olimpianos. O estilo gráfico será todo em computação gráfica. A estreia ainda não está definida.

Os Cavaleiros do Zodíaco é uma das maiores franquias de animação do mundo, com uma receita total de mais de US$ 1,1 bilhão desde 1986 e o mangá original de Kurumada já vendeu mais de 35 milhões de cópias no mundo.

Entrevista coletiva com Andy Serkis

Após a primeira exibição do filme Planeta dos Macacos: a Guerra no Cinemark Eldorado (SP), o Estação Nerd participou da coletiva de imprensa com o ator britânico Andy Serkis, que veio ao Brasil para divulgar o longa.

Confira parte da entrevista com o ator, que fez fama em interpretar o Góllum em O Senhor dos Anéis e abrir caminho para os personagens digitais no cinema!

Foto: Mauricio Santana

“O tema principal do filme para mim é a empatia” disse Serkis ao falar sobre os comentários sociais presentes no filme. A franquia nos mostra como a empatia e a falta dela trazem grandes consequências para ambos os lados. Em tempos de ideologias tão contraditórias encontrar soluções na simplicidade parece ser a resposta, disse ainda.

Segundo Serkis, nesse filme não existem vilões e mocinhos, existe uma moralidade dúbia e a história é contada em tons de cinza. Todos tem seus motivos e podemos entende-los, mesmo o personagem César é falho, e acaba se enchendo de ódio. Mas quando finalmente olha nos olhos de seu oponente, de quem ele quer matar, ele recupera a sua empatia.
Serkis falou também sobre a evolução da captura de movimentos, no qual é um especialista, desde que interpretou o icônico Gollum (O Senhor dos Anéis, 2001).

“É uma ferramenta, uma tecnologia e não um gênero de atuação” É preciso muita pesquisa para interpretar um macaco, como se movem, como se comunicam. E esses são macacos que evoluíram rapidamente por causa da droga testada neles no começo da franquia, eles nos fazem refletir sobre a condição humana. Com o avanço da tecnologia ficou possível
atuar diretamente com uma câmera acoplada como um capacete, captando em tempo real as expressões faciais e dando mais realismo aos personagens.

Perguntado sobre a falta de reconhecimento de atores com performances como a dele, Serkis fez duras críticas aos membros mais velhos das tradicionais premiações de cinema. “Se eu estivesse fantasiado de macaco e maquiado eles diriam ‘Uau! Que grande interpretação!’, existe muito preconceito e ignorância por parte desses membros, mas com a cobrança constante que vem ocorrendo do público e com os diretores e membros mais jovens já reconhecendo que não é diferente de outra performance, acredito que em até 5 anos isso deve mudar e não teremos mais essa discussão.”

Sobre o envelhecimento de César e sua nova postura como pai e líder, Serkis nos conta que chegou a usar pesos nas pernas e nos braços para passar a ideia de que César, mais antropomorfizado e ereto, carregava o peso do mundo nas costas por conta de uma guerra e da situação emocional da personagem. Revela ainda que foi mais cansativo gravar a personagem quando jovem, por ele ter muita energia e vigor físico.

Foto: Mauricio Santana

No segundo filme da franquia, César tem a necessidade de falar, mas suas falas ainda não são bem construídas, mas agora a inteligência dele avançou para um nível quase humano e suas falas ficaram mais claras, mais humanas.

Serkis disse também que se inspirou em Nélson Mandela como líder em busca de uma sociedade igualitária, e que enxerga a jornada de César como um épico, um messias levando seu povo à Terra Prometida.

Numa última pergunta, sobre se ele faria uma outra personagem num eventual retorno ao universo de Planeta dos Macacos, ele disse que se fosse com um diretor que ele gosta, como Matt Reeves e com uma personagem que fizesse sentido, claro que voltaria, já que com essa tecnologia isso é possível.

Thor: Ragnarok | Thor enfrenta Hela em novo comercial

Thor: Ragnarok ganhou um novo comercial, que mostra o Deus do Trovão contra a vilã Hela (Cate Blanchett):

lém de Chris HemsworthThor – Ragnarok terá Tom Hiddleston e Mark RuffaloIdris Elba volta novamente como Heimdall e Anthony Hopkins aparecerá como Odin. A vilão Hela é vivida por Cate Blanchett Tessa Thompson é uma das novidades no elenco como Valquíria, enquanto Jeff Goldblum vive o Grão-Mestre.

Segundo a sinopse, o mundo de Thor está prestes a explodir em Thor: Ragnarok. Seu irmão trapaceiro, Loki, tomou conta de Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si mesma e Thor está preso do outro lado do universo. Para sair do cativeiro e salvar seu lar da iminente destruição, Thor deve primeiro vencer uma disputa alienígena mortal derrotando seu antigo aliado e companheiro vingador… O Incrível Hulk! A estreia está marcada para 26 de outubro.

PARAMOUNT LANÇA TEASER TRAILER DE “MÃE!”, NOVO FILME DE JENNIFER LAWRENCE

“Mãe!” (“Mother!”), novo longa de Darren Aronofski (“Réquiem para um Sonho”, “Cisne Negro”, “Noé”), teve o teaser trailer lançado hoje, 31 de julho, pela Paramount. O filme, que traz Jennifer Lawrence,Javier Bardem, Ed Harris e Michelle Pfeiffer no elenco, ganha novo trailer em 8 de agosto. A estreia em território nacional está marcada para 21 de setembro.

Na produção, a relação de um casal é testada quando visitantes não esperados chegam à sua casa e atrapalham a tranquilidade da família. “Mãe!” é um suspense psicológico sobre amor, devoção e sacrifício.

Confira:

Game of Thrones | Assista ao preview do quarto episódio da sétima temporada

O quarto episódio da sétima temporada de Game of Thrones, intitulado “The Spoils of War”, ganhou o seu comercial. Como o nome já diz, o espólio da guerra – o ouro conseguido com os Tyrell, e que os Lannisters devem ao banco de Braavos – deve ser um dos pontos centrais do episódio:

Game of Thrones é exibida na Brasil pela HBO. O próximo episódio da sétima temporada vai ao ar em 06 de Agosto, às 22h.

Crítica | Ozark – Primeira Temporada

Estrelada e produzida por Jason Bateman – que vem demonstrando um exímio trabalho como ator dramático nos últimos anos e fugindo cada vez mais das típicas comédias que o consagraram em Hollywood -, Ozark conta a história de Marty Byrde, um consultor financeiro que se muda para uma cidade distante com intuito de lavar dinheiro de forma mais discreta para seu chefe traficante do cartel mexicano. As claras inspirações da série vem de Breaking Bad (na trilha sonora e em vários momentos da série em questão da trama) e True Detective.

A diferença é que em Ozark a proporção de causa e efeito é muito mais explosiva e instantânea do que em Breaking Bad. As situações se apresentam e logo são resolvidas, sem um grande suspense ou expectativa. Isso não é ruim, porém dá a impressão de urgência maior do que a necessária, já que cada episódio tem em média uma hora e haveria um espaço maior para desenrolar mais tranquilamente cada situação.

Um bom roteiro é uma coisa que com certeza Ozark possui, apesar de ser um pouco previsível em certos momentos, mas nada que estrague sua incrível aventura no mundo da lavagem de dinheiro. Apesar disso, em outros momentos, a série te surpreende várias vezes de várias maneiras.

A relação da família também é diferente, já que aqui a esposa sabe desde o começo de tudo. Essa dinâmica é legal de ser vista, já que um casamento destruído precisa se manter para que eles continuem vivos. A esposa, Wendy (Laura Linney) se dá bem num papel cheio de nuances e com potencial de transformá-la na co-protagonista da história. Sagaz, política e esperta, Wendy é a melhor e pior aliada de Marty ao mesmo tempo. Seus filhos tomam o mesmo caminho, a família está unida no crime. Johah (Skylar Gaertner), o filho mais novo, mostra em alguns momentos como a situação roubou sua infância, e é assustador assistir sua evolução.

Ozark é sem dúvidas outra grande produção com o selo Netflix trazendo grandes atuações, uma trama envolvente e momentos inesperados e extremamente tensos, apesar de alguns problemas de desenvolvimento e um roteiro em certos momentos frágil. Vale conferir, pois esta tem tudo para ser uma das melhores séries do ano.

Blade Runner 2049 | Hanz Zimmer ajudará na trilha do filme

O renomado compositor Hanz Zimmer, vencedor do Oscar pela trilha de Rei Leão, entrou na equipe de Blade Runner 2049. Ele foi chamado como um reforço para finalizar os trabalhos do filme.

O elenco do novo Blade Runner, passado 30 anos após o original, conta com Ryan Gosling, Jared Leto, Robin Wright, Dave Bautista, Ana de Armas, Sylvia Hoeks, Carla Juri, Mackenzie Davis, Barkhad Abdi, David Dastmalchian, Lennie James e Hiam Abbass no elenco.

Blade Runner 2049 estreia no Brasil em 31 de agosto.